Raindrop: Pagan Poetry

Untitled 1

by on Mar.02, 2009, under Textos

Falem comigo, me resgatem
Deste abismo que é a vida
Me mostrem o caminho da escuridão
Sem trazer consigo lanternas

Guio-me pela melancolia
Carregando meu manto atroz
Não espero uma estrela guia
Apenas meu triste algoz

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Fonte

by on Jan.30, 2009, under Textos

Tantas palavras



Tanto silêncio



Tantas batalhas travadas, tantas vitórias alcançadas,
Vitórias sem sentido,
olhares que procuram,
tanta aversão.

Mentes literadas que não sabem enxergar além do banal,

além das linhas
Há muito mais que palavras,



sem jamais apreciar.
Há uma fonte, e a destroem.

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Eu Não

by on Jan.30, 2009, under Textos

Sabe quando você sai brincando na chuva,
Pulando de poça em poça, rindo e cantando,
E quando as luzes iluminam as últimas ruas
cores quentes parecem preencher seus olhos?

E sabe quando você vai ao mercado,
o barulho das pessoas parece música aos ouvidos,
sentindo a vida pulsante, cercado,
o mundo parecendo o abraçar?

Me pergunto e me perguntam isso,
A contragosto parece fazer sentido.
Respiro e forço-me a responder:
O título.

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Fênix

by on Jan.23, 2009, under Textos

Durante sua vida assistiu incontáveis vezes a ave ressurgir das cinzas.
Mas nunca entendeu o por que da insistência em sofrer.

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A Moça que Dormia

by on Jan.21, 2009, under Textos

Acordou e olhou, feliz, o delicado e sereno rosto que descansava no travesseiro ao lado, embalado por sonhos tranqüilos. Levantou-se então, com um sorriso, e foi até a cozinha preparar o seu café da manhã e o da moça, que não veria acordar mas desejava ao menos deixar algo simbólico como agrado. Fazia isso todos os dias e acordar todas as manhãs olhando aquela face era toda a recompensa que poderia desejar.
(continue reading…)

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