Utilizando o plugin “wavr” podemos inserir um Wave do Google Wave no wordpress. Para fazer isso, basta inserir um tag da seguinte forma (sem os espaços entre o texto es colchetes) :
[ wave id="WaveID" ]
Para obter o WaveID você pode adicionar o contato “embeddy@appspot.com” na sua lista de contatos e então adicioná-lo ao Wave. Ele vai informar o ID do wave a ser utilizado. O deste wave, por exemplo, é googlewave.com!w+jEI49nBOC
O resultado será o seguinte:
Minhas dúvidas no momento:
- Como disponibilizar o Wave (somente leitura) para todos usuários do Google Wave? (atualmente apenas os participantes da Wave verão corretamente)
- Como disponibilizar um Wave para que todos usuários do Google Wave possam participar (leitura e edição)?
Para isso basta adicionar o usuário public@a.gwave.com na sua lista de contatos e então ao seu wave.
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- Faça o download deste script para seu diretório home: Open Mailto
- Torne o script executável (abra sua pasta pessoal, clique com o botão direito no open_mail.sh, propriedades, aba permissões e marque a caixa “permitir a execução como um programa”)
- Vá no menu “Sistema”, “Preferências”, “Aplicativos Preferenciais”
- Em “Leitor de Email” escolha “Personalizado” e coloque o seguinte em “comando”:
/home/diego/open_mailto.sh ffwindow %s
Troque /home/diego por /home/[nome do seu usuario] (sem os colchetes, obviamente).
Pronto! Agora quando voce clicar em um link de email (mailto://) uma janela do firefox com o gmail irá aparecer. Caso você prefira abrir uma aba em uma janela existente do firefox, basta substituir “ffwindow” por “fftab” no comando acima. Caso prefire usar o opera, substitua “ffwindow” por “opera”.
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Muitas vezes tento segurar meus “rants”, mas de vez enquando alguém consegue fazer algo fenomenalmente ruim. Tão ruim que você se sente culpado ao não apontar os erros daquela coisa para que desavisados não cometam o erro de se deixar levar pela aparência inofensiva. Exatamente agora me refiro à matéria “Qual é o melhor antivírus de 2009?” da INFO. Segundo a matéria o teste foi feito “jogando seis mil pragas num micro” (suponho que por 6 mil virus diferentes), e em seguida oferece um comentário sobre o desempenho dos ativirus. E é aí que começa o verdadeiro problema.
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Sempre existem 2 formas de se conseguir a mesma coisa: a difícil e a que nós não conhecemos – ainda. Por acaso esbarrei em um pacote ontem que facilita bastante o trabalho todo de ingressar uma máquina com Linux em um domínio Windows: o likewise-open. Ele permite que você ingresse seu linux sem ter que configurar manualmente o samba, kerberos, PAM e outras coisas.
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Para que eu quero ingressar minha máquina Linux em um domínio do Windows?
A primeira razão é que você poderá acessar o Linux com os usuários do AD. Isso permite que você utilize a estrutura de usuários já presente com o seu Linux, sem necessidade de ficar microgerenciando as estações. A segunda é utilizar os serviços que estão integrados com o AD (single sign on).
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