No último artigo falei um pouco sobre os conceitos, vantagens e desvantagens de se utilizar a configuração do OpenLDAP no formato cn=config. Se você está lendo este artigo e não faz idéia do que seja isso, pare imediatamente e leia o artigo anterior. Este é o segundo artigo de uma série, e irei falar sobre algumas ferramentas que podemos usar para facilitar nosso trabalho, como realizar diversas configurações comuns no dia-a-dia de um administrador de um servidor LDAP e também como resolver problemas quando não conseguimos iniciar o servidor por algum motivo, não tendo acesso através das ferramentas que utilizam o protocolo LDAP. Read the rest of this entry »
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Hoje vou abordar um tópico ainda relativamente pouco explorado sobre o OpenLDAP: a migração do formato de configuração “tradicional”, o slapd.conf, para a chamada “runtime configuration”, também conhecida como cn=config, ou “configuração online”. Independente da maneira que seja chamada, este formato de configuração permite ao administrador do LDAP modificar parâmetros de configuração do servidor sem causar indisponibilidade, visto que não é necessário reiniciar o servidor para isto. Digo “pouco explorado” pois a maior parte dos tutoriais e guias ainda trabalha com o formato antigo, e poucos tentam explicar a fundo o novo formato, limitando-se a explicar como converter uma configuração existente.
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Olhando as buscas que os visitantes do blog usaram para chegar aqui pude ver que mais de uma pessoa pesquisou por algo como “iptables diferença entre -I e -A”. Resolvi então escrever um pequeno tutorial explicando como é o fluxo dos pacotes e o processamento destes pelo iptables.
Ambos comandos adicionam regras no firewall, e a diferença é a ordem em que essas são incluídas:
- -I : Insere regras no topo das já existentes (Insert)
- -A : Adiciona regras abaixo das já existentes (Append)
Isto responderia a pergunta de forma resumida, mas para saber o que isso significa, continue lendo!
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